
Tem cheiro doce no ar. O início do outono e a chegada da Páscoa trazem a nostalgia da infância ansiosa para ver o coelhinho e saborear muitas delícias.

Tem cheiro doce no ar. O início do outono e a chegada da Páscoa trazem a nostalgia da infância ansiosa para ver o coelhinho e saborear muitas delícias.

As praias têm muitas vozes, cores, contrastes e produtos à venda. São alimentos, bebidas, roupas, acessórios e até potes de mantimentos – de vários tamanhos. É gente que chega e sai num burburinho intenso e braços carregados com bolsas, cadeiras, caixas térmicas e guarda-sóis. Gente que cheira a

UM DIA DE SOL. UM LUGAR. UM LIVRO.
Paraíso existe? Digo que sim! E cada olhar o encontra de um jeito só seu. Pode estar no balançar sutil do corpo ao som nos fones de ouvidos; na calmaria sonora das ondas contra as pedras roliças; no pisar na areia revestida de minúsculos pedaços de conchas; no

PARA CONTEMPLAR, SE ENCANTAR E AGRADECER
Eis um lugar que é uma ótima opção de passeio, para quem tiver um pouquinho mais de fôlego. Chegar lá no topo é um desafio a ser festejado, pois o trajeto e a vista do mirante compensam o esforço. É o PARQUE NATURAL DAS PEDREIRAS, no bairro de

Inicio por um passeio em família a Florianópolis. Assim, do nada, resolvemos ir de ônibus para ninguém se estressar com o trânsito. No pinga-pinga entre Rio do Sul e o destino final, levamos meio dia, mas por si só já valeu a aventura e os exercícios para a

POR ONDE ANDEI… COM UM BOM LIVRO
Fernando Pessoa nos deu a dica no Livro do Desassossego (1982):“A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos”. Viajar é uma experiência pessoal, ou seja, moldada por nós mesmos. Pessoa também fala

Era quase primavera. 12 de setembro de 2015. A Feira do Livro fervilhava no Parque Universitário, onde os rios se encontram no centro de Rio do Sul. Naquele sábado, um senhorzinho gigante, com então 79 anos, nos emocionava com sua presença. A Feira, organizada pela Fundação Cultural, o

Pois, então. Não estava nos planos. Sequer havia imaginado um transcorrer de maio assim. Nossa irmã Sandra, a primeira nascida entre os quatro irmãos, foi hospitalizada com um aneurisma cerebral.

QUANDO OS RATOS CONTAM HISTÓRIAS…
Mas, por que ratos? Por ser uma figura subversiva que habita o submundo, o lixo, os buracos, os esgotos e por estar presente nas artimanhas do cotidiano. Assim o quadrinista e escritor Thiago Souza define seus personagens: uma maneira de satirizar, metaforicamente, o ser humano “certinho” num corpo

Naquela tarde fria à sombra e quente demais ao sol deixa a cadeira no gramado, guarda o livro e resolve arrumar a bagunça do escritório. Há meses havia prometido se desfazer de coisas velhas. Com todo cuidado para não estragar as unhas pintadas um dia antes – cor